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Aqui você confere novidades sobre o mundo editorial, tendências da comunicação e exemplos do uso do marketing de conteúdo em todo o planeta.

O senhor consumidor

25 de janeiro de 2012 | publicado por Liliana

Um dos primeiros posts deste blog falava sobre um dos pilares do marketing de conteúdo: a premissa de que os consumidores estão cada vez mais sofisticados. Um exemplo interessante que ilustra essa premissa saiu na revista Época. É uma coleção de anúncios publicitários antigos que, nos dias de hoje, seria absolutamente inaceitável para os consumidores. E eles são agora os donos da bola!

Livros têm vida

9 de janeiro de 2012 | publicado por Liliana

Uma animação graciosa para quem gosta de livrarias, bibliotecas e afins aqui.

A arte de fazer capas

6 de janeiro de 2012 | publicado por Liliana

Um blog só com capas de livros do mundo todo. Não é uma ideia bacana? Confira!

Livros e crianças

20 de dezembro de 2011 | publicado por Liliana

Mesmo os pais que já adotam os livros eletrônicos insistem que seus filhos pequenos tenham contato com os livros impressos. Uma das razões para isso é que os pais não querem privar as crianças da vivência da virada física das páginas, do aprendizado com os diferentes formatos, cores e texturas. Será que o futuro do livro físico está na seção infantil?

Veja alguns trechos de uma matéria sobre o assunto produzida pelo New York Times.

“Os livros impressos talvez estejam sendo superados pelo crescimento dos livros eletrônicos, mas eles têm um domínio tenaz sobre um grupo particular: as crianças. Os pais insistem que a próxima geração de leitores passe seus primeiros anos com os livros à moda antiga.

(…) Os pais dizem que gostam de se aninhar com os filhos e um livro, e temem que um aparelho brilhante possa conquistar toda a atenção. Além disso, se o Joãozinho babar, o livro talvez seja mais fácil de limpar do que o tablet.

(…) Enquanto o mundo dos livros adultos está se digitalizando a uma velocidade maior do que a esperada pelos editores, as vendas de títulos eletrônicos para crianças com menos de 8 anos quase não se alteraram. Elas representam menos de 5% das vendas totais anuais dos livros infantis, estimam vários editores, comparadas com mais de 25% em algumas categorias de livros adultos.

(…) Os livros infantis também são um ponto luminoso para as livrarias de tijolo e cimento, pois os pais muitas vezes querem folhear o livro todo antes de comprá-lo, algo que em geral não podem fazer com os livros eletrônicos. Um estudo encomendado pela HarperCollins em 2010 revelou que os livros comprados para crianças de 3 a 7 anos frequentemente eram descobertos em uma livraria local –em 38% das vezes.”

A matéria completa, traduzida para o português por Deborah Weinberg e disponibilizada pelo portal uol, pode ser lida na íntegra aqui.

Sonzinho bom

8 de dezembro de 2011 | publicado por Liliana

Já falamos em outro post da nostalgia que o cheiro dos livros vai provocar nos aficionados, se o mundo de fato se tornar tão eletrônico quanto promete. Agora é a vez de falar de outra coisa que já deixa muita gente saudosa: o som das máquinas de escrever. Parece meio doido? Pois há quem saiba até mesmo diferenciar a marca só de ouvir o barulhinho das teclas.

Confira aqui a história das máquinas de escrever recitada magistralmente por Michael Winslow.

Ainda sobre o assunto, o jornal The New York Times fez uma matéria que mostra que as máquinas de escrever estão ganhando popularidade novamente, e entre os jovens. Veja alguns trechos da matéria:

“As máquinas de escrever manuais não estão desaparecendo na era digital. Elas têm atraído novos entusiastas, muitos, jovens o bastante para não guardar nostalgia das fitas gastas, dedos manchados e líquido corretor. E, diferentemente dos datilógrafos de outrora, esse pessoal não está digitando na solidão.

Eles estão cultuando velhas Underwood, Smith Corona e Remington, reconhecendo-as como máquinas bem desenhadas, funcionais e bonitas, trocando-as e exibindo-as para os amigos. Numa série de eventos chamados “type-ins”, eles têm se reunido em bares e livrarias para ostentar um tipo de dignidade e estilo pós-digital, escrevendo cartas para mandar pelo correio e competindo para ver quem consegue datilografar mais rápido.

(…)

Em mais de uma dúzia de entrevistas, jovens aficionados levantaram um tema em comum. Embora eles tenham crescido com computadores, gostam de ultrapassar as linhas da cultura digital. Assim como criar abelhas nas cidades, fazer tricô ou outras atividades da época do “faça você mesmo”, eles apreciam a concretude e a objetividade das coisas. Eles reclamam das doutrinas digitais que identificam o “progresso” humano como uma marcha sem fim em direção de uma eficiência maior, de uma máquina sem atrito.

Isso não os torna contrários à industrialização. Para muitos jovens usuários de máquinas de escrever, a velha tecnologia fica confortavelmente ao lado da nova.”

Tradução: Eloise De Vylder

Para ver a matéria completa, clique aqui.

Produzir conteúdo é necessidade

28 de novembro de 2011 | publicado por Liliana

E não sou eu quem está dizendo isso. Uma matéria que saiu sexta-feira na Folha de S. Paulo mostra que marcas fortes, como a Coca-Cola e a Nissan, estão apostando alto nessa estratégia. Confira trechos da matéria:

“Antes a publicidade era passiva, chegava por meio de anúncio no intervalo da TV. Hoje o consumidor é que escolhe o que quer ver. Por isso as marcas precisam criar um relacionamento que seja relevante”, disse Murilo Moreno, diretor de marketing da montadora japonesa Nissan no Brasil. “As pessoas compram carro, em média, a cada três anos. Mas consomem conteúdo [sobre carros] diariamente”, afirma.

Gian Martinez, gerente sênior de excelência criativa da Coca-Cola Brasil, afirmou que produzir conteúdo para se relacionar com o consumidor passou a ser uma “necessidade para toda e qualquer empresa”. “Conteúdo é o que dá sentido a uma marca.”

Para ler a notícia completa.

Cheirinho especial

22 de novembro de 2011 | publicado por Liliana

Os amantes de livros impressos que aderirem aos eletrônicos vão sempre sentir falta do cheiro tão peculiar das obras preferidas – aquele odor que muda conforme a tinta, o tipo do papel, o estado de conservação e a idade do livro. O fetiche é tão popular entre os ratos de bibliotecas que já tem até gente catalogando os cheiros.

Saiba mais no texto de Vanessa Bárbara no blog da Companhia das Letras.

Clark Kent

9 de novembro de 2011 | publicado por Liliana

Até o super-homem está preocupado com o futuro dos veículos impressos. Afinal, e nunca é demais lembrar, quando não está vestido com a capa vermelha, o herói dos quadrinhos trabalha como jornalista no diário Daily Planet. Segundo matéria da Folha.com, nas duas edições mais recentes do HQ do homem de aço nos Estados Unidos, Clark Kent aparece discutindo o assunto com seu par romântico, a também jornalista Lois Lane.

O fato sugere, para além das preocupações profissionais dos personagens, a inquietação da indústria de quadrinhos com seu futuro, já que as editoras de HQ ainda não descobriram exatamente como se adaptar às novas tecnologias e tateiam na busca de alternativas para se inserirem nos formatos virtuais.

Receita básica

30 de outubro de 2011 | publicado por Liliana

Como fazer para criar um produto editorial de qualidade? Particularmente, não acredito que haja uma receita exata – e, se existisse, acho que uma pitada de feeling faria parte dela, o que a deixaria, de qualquer forma, um tanto subjetiva. Mas Kim Caviness, vice-presidente da TMG Custom Media (uma das grandes empresas de marketing de conteúdo dos Estados Unidos), aponta dois ingredientes essenciais que, sem dúvida, ajudam a colocar de pé qualquer publicação que se preze.

- O design é tão importante quanto o conteúdo.

“O design é mágica – é a arquitetura ao redor daqueles móveis incríveis da casa. Se a casa é bonita, você vai querer entrar nela. Se ela é feia, você não vai sequer notar a cadeira no canto, mesmo que ela seja perfeita. Se você tiver o design errado, não importa se o conteúdo é bom, ainda assim você vai acabar perdendo o leitor.”

- Não mexa um músculo sequer até ter claro quem é seu público-alvo.

Parece simples, não é? Mas dá trabalho.

Para quem quiser ter acesso a mais dicas de Kim, em inglês: clique aqui.

Boas novas

17 de outubro de 2011 | publicado por Liliana

Crise, enchente, estupro, fome, desemprego, violência, corrupção, crueldade. Apesar de nada disso ser novidade, é tudo notícia nos meios de comunicação – diariamente.  Os pobres mortais que se interessam por atualidades e as acompanham sofrem, inevitavelmente, de uma certa angústia diante de tanta tragédia.

Mas tragédia vende, claro. Se não vendesse não seria notícia. Só que, como em tudo na vida, tem que ter medida. Se passar do ponto, de remédio vira veneno. E com a saturação de más notícias provocadas pela atual crise econômica mundial, em especial nos Estados Unidos, veicular notícias positivas se tornou questão de sobrevivência para as empresas de comunicação. Apareceram até mesmo sites ou editorias especializadas nisso.

A Good News Network, por exemplo, só dá notícia boa. Criada pela jornalista Geri Weis-Corbley, a página tem mil assinantes pagos. Já o diário californiano Los Angeles Times criou um canal no twitter (@latimesgoodnews) só de notícias leves. E existem muitos outros exemplos. No Brasil, o blog 365 Dias que Acalmaram o Mundo “todo dia tem uma notícia boa do mundo, além de entrevistas e sugestões com bons seres humanos”.

A questão do impacto do noticiário de tragédias e da necessidade de ter acesso a notícias positivas invadiu até mesmo a programação infantil de TV. O Esconderijo Secreto, esquete do Discovery Kids, tratou de abordar o assunto. Num dos episódios, as três crianças assistem enfastiadas as más notícias do dia. E decidem criar um noticiário só com coisas boas do mundo inteiro. É um episódio muito legal. Vale a pena conferir: aqui.

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